“Cresce o número de instituições ruins no País”, afirma manchete da revista Veja online, do dia primeiro de setembro de 2009. De acordo com o Ministério da Educação, foram avaliadas quase 2000 universidades e faculdades públicas e privadas, sendo que somente 21 delas atingiram nota considerável. A partir desse fato surge um senso de preocupação geral: Onde está o problema da educação brasileira?
Essa não é uma pergunta tão simples de ser respondida e não pode ser limitada, ela é ampla e requer envolvimento de toda a sociedade. A educação de base é algo que deve ser levado em consideração, afinal uma má iniciação na vida escolar pode desestimular uma criança no processo do conhecimento; a falta de uma boa estrutura física e docente afeta o topo dessa pirâmide educacional.
O papel do Estado também é fundamental como instrumento gestor e regulador dessas instituições, dessa maneira o funcionamento e reconhecimento dos cursos das universidades é função do Ministério da Educação, ou seja, a problemática pode estar nos critérios de concessão e avaliação do MEC. Porém também existe a responsabilidade da instituição de ensino em manter um caráter de qualificação de seus cursos, afinal serão formados novos profissionais para o mercado de trabalho.
Talvez seria bom que a bancada do Senado começasse a propor soluções sobre esse tema, ao invés de discutir sobre a permanência do “cacique político”; afinal educação deveria ser um assunto de ordem emergencial para os governantes.
A construção do conhecimento de um povo afeta diretamente na formação e no futuro de nosso País, ter isso como prioridade é minimizar a pobreza, é gerar oportunidade de crescimento pessoal, é abrir horizontes, é garantir voz e ação ao povo.
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